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Prezados Associados,

os sócios que concordaram em contribuir com quantias trimestrais devem ter recebido boletos do Itaú em suas residências, com data para pagamento em 07/05. Caso não tenham recebido, peço que me mandem e-mail avisando, para que possamos tomar providências. Quem recebeu depois da data de pagamento pode ainda fazer o pagamento com o mesmo boleto porque não há multa. Quanto aos demais sócios, aproveito a oportunidade para pedir que passem a contribuir com pelo menos R$45,00 a cada trimestre. Isto representa apenas R$ 15 por mês! Esta é a quantia mínima de contribuição, podendo ser também R$ 60, 90 ou 120 reais. Recentemente contratamos uma advogada para defender os direitos dos moradores em ações diversas. O custo é de aproximadamente R$ 1.200 mensais. Há outros custos, mas este até o momento é o principal. Esta advogada já assessora a AMAJB há vários anos. Caso desejem passar a contribuir, peço que me enviem e-mail a respeito.

Grato, Ralph Rodrigues Lifschits
Diretoria Financeira

Ruas João Borges e Duque Estrada

Há mais de oito anos os moradores das Ruas João Borges e Duque Estrada vem solicitando à Prefeitura a recuperação da pavimentação das Ruas João Borges e Duque Estrada. Durante sua campanha para a Prefeitura, o atual Prefeito Eduardo Paes prometeu resolver o problema, que afeta não só os moradores mas também os pacientes da Clínica São Vicente. O Prefeito já determinou várias vezes que o serviço fosse executado, mas passam-se os meses e nada ocorre. A pedido de vários moradores a AMAGAVEA tem insistido com a Administração, sem sucesso. A faixa mostrada na foto visa sensibilizar a prefeitura e os órgãos responsáveis.

Reunião, 9 de maio

Movimento

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Sábado, 28 de abril às 16 horas

 

Amigas e Amigos da Música de Concerto,

É com grande prazer que vimos convidá-los para o 1º vídeo-concerto de 2012 no Planetário, inaugurando a Série Música Clássica nas Estrelas, neste sábado, 28 de abril, de 16 às 18:30 horas, na Sala Cinema Contínuo do Planetário, Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea, fone 2274-0046.

Com a ocupação do Centro de Visitantes do Jardim Botânico pelo Ministério do Meio Ambiente de abril a junho para as atividades do Encontro Rio+20, obtivemos, com intermediação da Associação dos Moradores e Amigos da Gávea-AMAGÁVEA, o entusiasmado apoio da direção do Planetário para continuar em suas instalações a série de VCs de Música Clássica.

A par do apoio da direção do Planetário, da Associação dos Amigos do Jardim Botânico e da AMAGÁVEA, sua presença é sumamente importante para que possamos fazer este projeto autossustentável.

Este VC contém um programa muito variado em estilo e expressões artísticas, por um lado apresentando o famoso concerto do mestre barroco Antonio Vivaldi dedicado à venerada Orquestra de Dresden e uma das sonatas para piano mais apreciadas de Beethoven na virada para o Romantismo (Appassionata com magnífica interpretação de Daniel Barenboim); por outro lado apresentando música e dança do Século XX com o primeiro dos quartetos populares de Villa-Lobos (em registro recém-lançado da integral dos seus quartetos de cordas com o Quarteto Radamés Gnatalli) e com a famosa coreografia de Béjart sobre o Bolero de Ravel, dançada pela diva russa Maya Plisetskaya e pelo Ballet du XXéme Siècle.

Não adquira ingresso na Bilheteria; entre diretamente no prédio e identifique-se na recepção, procedendo à entrada do Cinema Contínuo, no 2º piso, onde estaremos, pelo menos meia hora antes do VC, organizando a lista de entrada e recebendo as contribuições, que muito agradeceríamos fossem, se possível, de $15 por pessoa, tendo em conta os atuais custos de produção e ausência de patrocínio financeiro. Vamos sortear entre os presentes um DVD de qualidade, associado aos nossos VCs anteriores. Estamos às ordens para fazer uma reserva em seu nome: por favor mande um EM para ndefranco@uol.com.br (assunto: VC de 28.04 no Planetário) ou se comunique com Nelson de Franco nos fones 2274-9972 ou 9676-3040.

O Planetário, além de ser servido por farto transporte público, oferece estacionamento amplo e gratuito.

Bom concerto é o que lhes deseja a direção do Planetário do Rio de Janeiro, a AMAGÁVEA e a Associação de Amigos do Jardim Botânico, através de seu Conselheiro Nelson de Franco.  

A fim de afastar a especulação e boatos sobre o terreno de dez mil metros quadrados do Supermercado Mundial localizado na Rua Marquês de São Vicente, 104, passaremos alguns dados sobre o histórico do imóvel.

Após o Laboratório Moura Brasil encerrar as atividades na Gávea, em 1988, a empresa proprietária, Dow Brasil, ficou com uma dívida de alto valor referente ao IPTU. Pelo Decreto nº 19.029, de 09/10/2000, a prefeitura declarou o imóvel de utilidade pública, para fins de desapropriação, visando implantação do Parque de Inovação Tecnológica e Cultural da Gávea, sob a responsabilidade da PUC. Descontado a dívida do IPTU, a prefeitura ainda tinha que desembolsar um alto valor para os proprietários. Entretanto, a prefeitura nunca efetuou o pagamento do imóvel desapropriado e nem a PUC conseguiu dispor de recursos financeiros para a construção do Parque Tecnológico.

Em 07/06/2004, pelo Decreto nº. 24.287, o prefeito César Maia revogou o Decreto nº 19.029. Essa revogação se deu em face de um documento enviado pela PUC, e não autorizado por esta, manifestando sua desistência da implantação do referido Parque Tecnológico. A origem dessa informação partiu de pessoas estranhas à PUC, com a colaboração de determinado funcionário da universidade, demitido logo após descoberta da trama, que elaborou e assinou o ofício enviado ao prefeito. A PUC remeteu outra correspondência ao prefeito, que motivou então a revogação do Decreto 24.287, dando origem a um novo decreto, de nº 24.343, de 29/06/2004, o qual, anulando o anterior, restabeleceu o de nº 19.029, referente à desapropriação do imóvel. Cumpre notar, que cinco dias antes da revogação do decreto desapropriatório a empresa Dow Brasil, proprietária do terreno, celebrou contrato particular de promessa de compra e venda com o Grupo do Supermercado Mundial, contrato esse posteriormente ratificado pela Escritura de Promessa de Compra e Venda, celebrada em 30/07/2004, junto ao 24º Ofício de Notas, tendo a negociação sido feita pelo valor de R$ 13 milhões. Em ambos os documentos, o Supermercado Mundial declarou ter conhecimento da desapropriação do terreno, assumindo todos os riscos daí decorrentes. No momento em que o Mundial foi pagar o imposto de transmissão de bens imóveis (ITBI), 2% do valor declarado do imóvel, a prefeitura alegou que o valor seria bem maior, ou seja, R$18 milhões. Mesmo não concordando com o valor estipulado pela prefeitura o Mundial pagou.

Tão logo a Amagávea tomou conhecimento da possível instalação do supermercado naquele terreno enviou mensagem à Secretaria Municipal de Urbanismo dando conhecimento da impossibilidade de se conceder autorização para tal atividade, diante da proibição expressa contida no Decreto 6.881, de 10/08/1987 que autoriza nesse trecho apenas estabelecimentos de pequeno e médio porte, como mercearias, padarias, bares, entre outros. Ao confirmar o recebimento da mensagem, aquela Secretaria desconhecia a existência do último decreto do prefeito que havia restabelecido a desapropriação.

O Supermercado Mundial protocolou petição, em 06/08/2004, junto à 8ª Vara de Fazenda Pública, em que requer a reintegração de posse da área pelo fato de ter firmado escritura de promessa de compra e venda antes do decreto.

Valendo novamente o decreto de desapropriação, a prefeitura estipulou um valor para o terreno muito menor que ela própria determinou no momento do pagamento do ITBI pelo Mundial. Neste caso, o grupo recorreu a Justiça e ganhou o direito de receber pelo terreno, pelo menos, o mesmo valor que a prefeitura estipulou quando cobrou o imposto.

Em setembro de 2004, representantes da PUC tiveram reunião com o prefeito Cesar Maia e procuraram a Amagávea para iniciar as tratativas visando a implantação do Parque Tecnológico. O novo projeto previa construção de um prédio de 7 andares, com dois subsolos de garagem. A Amagávea se posicionou contra o projeto, pela grandiosidade e acreditando que ele traria um movimento de pessoas e veículos acima do que o bairro suporta.

Realizadas pesquisas de opinião com os moradores da Gávea concluiu-se que não há unanimidade no bairro em relação a ter ou não ali um supermercado. Na pesquisa feita em 2005, mais de 80% se mostraram contrários. Hoje, vários moradores se dizem a favor. De qualquer forma, para construir o supermercado seria preciso revogar o decreto que impede sua implantação.

Para completar a “novela mexicana”, o prefeito Eduardo Paes revogou o decreto que tornava o terreno de utilidade pública, para fins de desapropriação, tornando sem efeito os outros decretos que classificou de “falsas desapropriações”.

Portanto, o impasse envolvendo o terreno da antiga fábrica Moura Brasil vem de longa data. A tentativa da PUC de construir um parque tecnológico no local esbarrou na falta de dinheiro da prefeitura para a desapropriação do imóvel. Por outro lado o proprietário, o supermercado Mundial, tenta encontrar maneiras de modificar o zoneamento da área de residencial para comercial, mas até agora não obteve êxito.

Com a construção da Linha 4 do metrô, o Estado precisa de áreas de grande dimensões para a construção da estação e de terreno para apoio visando a saída dos equipamentos de perfuração (tatuzão, TBM, shield). O estacionamento da PUC foi escolhido para a estação Gávea.

Agora o Estado está com duas alternativas: desapropriar o terreno do Mundial ou arrendar por tempo determinado, para que o mesmo sirva de estacionamento aos alunos, funcionários e professores da PUC enquanto a estação é construída.

A AMAGÁVEA está atenta a todas as ações que envolvem o bem-estar dos moradores do seu bairro. Estamos neste momento reunindo dados e agendando reuniões para saber oficialmente o que vai acontecer. Cuidar do bairro e do bem estar dos moradores é o nosso compromisso.

Vamos manter você morador informado através das nossas correspondências eletrônicas, site e facebook.

A AMAGÁVEA SOMOS TODOS NÓS ! ASSOCIE-SE.

Atenciosamente,
Maria Amélia Crespo
Presidente

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